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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Bolsonaro se mete em crise e não pensa em voltar atrás

O “caso Jair Bolsonaro” tem dado o que falar nas mídias sociais.  Depois da famosa declaração à cantora Preta Gil – “Não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja…”, no quadro “ O Povo quer saber”, do programa CQC, as hashtags #Bolsonaro e #forabolsonaro ficaram no topo dos Trend Topics do Twitter. No “Protesto Contra Bolsonaro!”, do Facebook, mais de 35 mil pessoas tinham confirmado presença no evento – página foi vista às 10h55min, do dia 1º de abril.
Pesquisa no Serach Twitter, com as hashtags citadas acima, mostra que a maioria dos usuários da rede fazem menções negativas ao deputado. Mas, há dois perfis – isso não significa que não existam mais – que o defendem: os de Flavio Bolsonaro  (@FlavioBolsonaro) e Carlos Bolsonaro ( @VerBolsonaro), seus filhos e, como ele, políticos.
As declarações de Bolsonaro repercutiram tanto que há sete pedidos de investigação contra ele na Câmara dos Deputados. O presidente do órgão, deputado federal Cândido Vaccarezza (PT-SP), o chamou de “estúpido” e afirmou que suas declarações são mais que “racismo”. Um escritório da Unesco, aqui no Brasil, também defendeu a apuração do caso.
Bolsonaro, em sua defesa, colocou uma declaração em seu site em que afirma não ter entendido a pergunta feita pela cantora Preta Gil, no CQC. Apesar disso, continua dando declarações polêmicas. Em uma delas, sobre um material produzido pelo MEC, ele disse o seguinte:  “atenção, pais: os seus filhos vão receber um kit que diz que é para combater a homofobia, mas que, na verdade, estimula o homossexualismo”.






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